Eslitos²  escrito em sexta 07 dezembro 2007 11:48

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Indie rock (ou rock independente em inglês) é um estilo musical que caracteriza bandas que não são lançadas por grandes gravadoras, porém o grande sucesso de algum desses grupos os lançaram diretamente para gravadoras de grande porte, embora o som na maioria dos casos, não perca a identidade, fazendo com que tais bandas, mesmo com o sucesso de público e grande repercussão na mídia, sejam consideradas bandas alternativas.

O estilo, sonoramente, é uma especie de rock alternativo, só que não tão alternativo. E por causa dessa definição, hoje em dia existem milhares de tipos de indie rock.

As letras falam geralmente da complexidade dos relacionamentos humanos, problemas de adaptação à sociedade, timidez e do dia-à-dia urbano da juventude contemporânea.

O grande "boom" indie rocker, surgiu no meio da década de 90, na Inglaterra, quando bandas como Pavement, Oasis, Blur e Placebo ganharam as paradas de sucesso em vários países, com essa popularização tais bandas foram consideradas também ícones do chamado Britpop.

No começo dos anos 2000 o sucesso das bandas americanas The Strokes e White Stripes colocaram de novo no cenário a curiosidade a cerca das bandas "indie rock" e logo ganharam o holofotes da mídia.

Atualmente várias bandas surgem e fazem sucesso entre os jovens da geração 2000: Arctic Monkeys, The Killers, Franz Ferdinand, The Raconteurs e Bloc Party, são alguns nomes que representam o novo cenário da música indie.

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Estilos  escrito em quinta 06 dezembro 2007 11:20

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> Hard Core < Porrada nos ouvidos !!! Som muito rápido e pesado. Normalmente as bandas são formadas por apenas 3 pessoas (power trio). As letras são basicamente protestos contra políticos, patrões e religião - temas herdados do Punk. Aliás, este rítmo está incluso no que se convencionou chamar de Cena Punk. Existem bandas que falam sobre esportes radicais em suas letras como o skate, surf e bike. A galera destes esportes se amarra no Hard Core. O Exploited eo U.K. Subs são umas das bandas pioneiras do estilo, juntamente com Discharge, GBH e o clássico Dead Kennedys de Jello Biafra.
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Falar de mim...  escrito em quarta 05 dezembro 2007 13:06

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bom, eu não sou a melhor pessoa pra fala nem dos meus defeitos e muito menos da minha qualidade...

dashduashdsuhduas...

té mais.

(sem ter muito o que falar hoje.) Beijones

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Stop Crying Your Heart Out.  escrito em terça 04 dezembro 2007 14:38

                           

História do Oasis  
A história do Oasis

Do começo em Manchester até o sucesso no mundo todo


Quando Noel Gallagher (guitarra e vocal) deixou sua função de no Inspiral Carpets e se uniu a Liam Gallagher (vocal), Paul "Bonehead" Arthurs (guitarra), Paul "Guigs" McGuigam (baixo) e Tony McCarroll (bateria), os quatro integrantes do grupo Rain, a Inglaterra ganhou sua maior banda dos anos 90: o Oasis.
Criado em 1991, em Manchester (Inglaterra), o Oasis rapidamente se tornou um sucesso mundial, graças principalmente ao talento de compositor de Noel e ao olhar apurado do empresário e produtor Alan McGee. O guitarrista e líder do Oasis reivindicou dedicação total de todos os membros do grupo e a autoria de todas as canções como condições para sua entrada na banda. O restante da banda, percebendo o talento de Noel, se rendeu às suas exigências.
Considerado cópia dos Beatles, o Oasis está longe de ser uma unanimidade entre a crítica musical. O som da banda segue o estilo britpop, consolidado pelos Beatles, com influências do punk e de grandes nomes do Reino Unido, como os Rolling Stones e o U2. O comportamento reprovável e baderneiro foi sempre uma marca dos integrantes do conjunto e não são raros os casos de brigas com fãs e frases chulas proferidas pelos irmãos Gallagher. O que importava para os rapazes de Manchester era ganhar o mundo, sem pretensão de mudar o rumo da música, e isso eles fizeram bem.
Em 1995, foi lançado o segundo álbum da banda, "(What's the Story) Morning Glory?", considerado pela revista Bizz um dos dez melhores discos dos anos 90. Foi, sem dúvida, um grande marco na carreira do Oasis. Um repertório fabuloso, no qual é difícil encontrar uma canção ruim, encheu os ouvidos dos fãs. Fazem parte deste disco as memoráveis Wonderwall (canção que ficou mais de 100 semanas na parada da Billboard), Don't Look Back in Anger, Champagne Supernova, Some Might Say e Morning Glory.
Com 18 milhões de cópias vendidas do segundo álbum em 1996, a popularidade do grupo rendeu, em 1997, a indicação ao Grammy por melhor vocal de rock para Noel Gallagher e melhor canção, com Wonderwall. Em 1999, a música All Around the World foi indicada ao prêmio de melhor videoclipe.
O sucesso se repetiu no terceiro álbum, "Be Here Now", de 1997. Os fãs correram às lojas para comprar o disco que seguiu o estilo dos dois primeiros, mas com mais maturidade e cuidado nos arranjos. "Be Here Now" vendeu incríveis 3 milhões de cópias apenas no primeiro dia, um recorde batido por poucos até hoje. Canções como Stand By Me, Don't Go Away e All Around the World mantiveram o Oasis no topo das paradas.
Os integrantes da banda, porém, deixaram que a bebida, as drogas e os egos exacerbados afetassem demais a convivência. O álbum "The Masterplan", somente de lados B, foi lançado em 1998, sem a aprovação do líder do conjunto, Noel Gallagher.
A saída de Paul "Bonehead" Arthurs (guitarra), Paul "Guigs" McGuigam (baixo) logo após a finalização do quarto álbum, "Standing on the Shoulder of Giants", de 2000, foi outro divisor de águas. Um novo guitarrista, Gem Archer, foi chamado e Noel assumiu o baixo por um tempo, robustecendo mais o som do Oasis, uma vez que os arranjos para duas guitarras não funcionavam mais.
"Standing on the Shoulder of Giants" trouxe um som mais melódico e psicodélico, sem abandonar a levada clássica do pop britânico, presente em Go Let It Out e Gas Panic. Em 2000, o Oasis ganhou um novo baixista, Andy Bell e seguiu a turnê deste álbum, sem o frissom causado pelos trabalhos anteriores. Era o início de uma decadência e de uma série de ameaças quanto ao fim do grupo. Durante o último Rock in Rio realizado no Brasil, em 2001, o vocalista Liam Gallagher deixou o palco e sua banda na mão durante a apresentação. O show continuou com Noel assumindo os vocais.
Para revitalizar os grandes sucessos e provar que o Oasis não estava realmente acabando, o grupo lançou em 2001 um disco ao vivo, "Familiar to Milions" (CD e DVD), gravado no Wembley Stadion, com 80 mil fãs presentes. 
 O marasmo na carreira, porém, voltou a assombrar a banda. Em 2002 foi lançado o quinto álbum da banda, Heathen Chemistry, um disco que enveredou abriu espaço para baladas e sonoridades mais tristes. Noel Gallagher disse ter amado o disco, por ter escrito várias canções como nos velhos tempos: em apenas alguns minutos. A falta de inovação nos trabalhos, porém, foi grande comentário a respeito deste trabalho por parte da crítica. Hits como Stop Cryin your Heart Out, Little by Little, The Hindu Times e Songbird mostraram que o Oasis estava longe de lançar outro álbum arrebatador como "What's the Story (Morning Glory)".
Em maio de 2005, sem o baterista Alan White, substituído por Zak Starkey, filho do baterista dos Beatles, Ringo Star, o Oasis lançou seu mais recente disco, "Don't Believe the Truth", que conta com as canções Lyla e Let There Be Love. Este disco segue a velha fórmula do Oasis: rock honesto e de qualidade, mas sem novidades para os fãs.

  

Stop Crying Your Heart Out - Oasis

Hold up
Hold on
Don’t be scared
You’ll never change what’s been and gone
May your smile (may your smile)
Shine on (shine on)
Don’t be scared (don’t be scared)
Your destiny may keep you warm

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Cansei tambem...  escrito em segunda 03 dezembro 2007 10:49

Blog de suh-grrrl :/Garotinho você não pode matar o que é reaL //, Cansei tambem...

 

G1 – O que mudou para a banda depois dessa turnê internacional?
Adriano - Melhoramos muito. Agora todo mundo toca bem, a Lovefoxxx é absurda, aprendeu muito a fazer show. Ela dança, canta bem, se joga para o público...

 

G1 – Você acha que o Cansei é injustiçado pela imprensa brasileira?
Adriano – Aqui existe uma cultura do “xoxo”. Ai, dá uma preguiça... Mas não foi todo mundo falou mal da gente, muitas pessoas apoiaram a banda desde o começo. No Brasil a crítica especializada não ouve a música, fica só patrulhando o que o artista representa. E o que é o Cansei? Um monte de meninas loucas e eu no meio.

 Tenho depressão do pop brasileiro. Não suporto emo, tenho vergonha de ver essas bandas de cabeludinhos fazendo música horrorosa!"

G1 - Como a música “Music is my hot hot sex” foi parar no comercial da Apple?
Adriano -
Um fã inglês da banda montou um vídeo caseiro com a nossa música, a Apple ficou enlouquecida e soltou no mundo inteiro. A música deve ganhar uma projeção grande, mas agora a gente nem está afim de ir para os Estados Unidos, aparecer no David Letterman para cantar a música da propaganda. Seria muito oportunismo. Estamos empolgados com o disco novo e queremos mais é enterrar essa "fase Eduardo Ramos" das nossas vidas

 

Poisé pra muita gente é modismo curtir as bandas mais alternativas... e essa é uma ideia errada!

POVÃO...não caia no modismo, ... Be yourself!!!

Beijones

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